Transformamos realidades pela sustentabilidade

Somos uma empresa que atua em rede. Construímos soluções na área de sustentabilidade e desenvolvimento territorial centrado em pessoas e comunidades, tanto em contextos urbanos, quanto em rurais e amazônicos. Investimos em processos participativos com o objetivo de fortalecer capacidades locais, criar oportunidades e gerar autonomia. Atuamos junto a empresas, setor público e sociedade civil, numa abordagem multiescalar (do local ao macro-estratégico), com especialistas de diversas áreas.

SOLUÇÕES

Construímos estratégias e implementamos projetos para o desenvolvimento de territórios, organizações e comunidades.

Desenvolvimento Territorial

Governança Territorial Integrada

Agenda 2030 - ODS

Licenciamento Participativo Socioambiental

Avaliação e revisão das políticas e estratégias de Investimento Social Privado

Fundos e Mecanismos Financeiros Comunitários

Fortalecimento de Capacidades Institucionais

Facilitação de Processos

Planejamento Estratégico Participativo

Diagnóstico Participativo Local

Consulta e participação pública

Cidades e Clima

Customizamos as entregas a partir da demanda e da realidade de cada território e organização.

Programas | Projetos | Planos | Cursos | Formações | Oficinas | Workshops | Pesquisas | Estudos | Publicações | Gestão de Conteúdos | Facilitações

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BLOG

Vaga: Agente de local e assistente de pesquisa em Conceição do Araguaia (PA) ou Floresta do Araguaia (PA)

Vaga: Agente de local e assistente de pesquisa em Conceição do Araguaia (PA) ou Floresta do Araguaia (PA)

Estamos em busca de profissional para a vaga de Agente de local e assistente de pesquisa para atuar no projeto Agenda de Desenvolvimento Local Araguaia.

O candidato ou candidata deverá necessariamente residir nos municípios de Conceição do Araguaia (PA) ou Floresta do Araguaia (PA).

Para mais informações, consulte o Termo de Referência (TDR), abaixo.

As candidaturas deverão ser encaminhadas até 21 de abril de 2021, para o e-mail humana@humana.net.br

HUMANA-TDR-Agente-Local – Araguaia-PA
Processos formativos: sua importância para fortalecer capacidades locais

Processos formativos: sua importância para fortalecer capacidades locais

Acreditamos que processos formativos bem estruturados favorecem o pensamento crítico, reflexivo e contextualizado, além de fortalecer a participação e o diálogo

Todo processo educativo da HUMANA é fundamentado na valorização do conhecimento prévio. Isso quer dizer que partimos do reconhecimento de que há um saber já existente naquele contexto, ou seja, da pessoa envolvida no processo de formação (aprendiz).

Entendemos que processos formativos bem estruturados favorecem o pensamento crítico, reflexivo e contextualizado, fortalecendo a participação, o diálogo e o entendimento sobre a realidade vivenciada pelos participantes. 

Nosso objetivo é fortalecer capacidades para gerar autonomia e que o processo de ensino-aprendizagem seja significativo para todos, funcionando como uma alavanca para o desenvolvimento de outros processos territoriais.

Quais são os principais objetivos dos nossos processos formativos?

Cada território é único. Tendo isso como premissa, é fundamental para a HUMANA pensar e estruturar um plano formativo que seja robusto para direcionar as ações locais e que, ao mesmo tempo, tenha flexibilidade para se adaptar ao contexto territorial. Os nossos processos formativos devem necessariamente:

  • Contribuir de alguma forma para o fortalecimento das capacidades locais;
  • Promover a apropriação, a concepção e/ou a desconstrução de paradigmas através da transformação de realidades;
  • Favorecer a criação de oportunidades para que as pessoas (aprendizes), organizações locais e comunidades possam – durante o processo e a partir dele – tomar decisões que impactam suas vidas de forma mais apropriada e autônoma;
  • Fortalecer a cidadania, a democracia, a cultura de paz e a não violência.

Nós desenvolvemos processos formativos dentro da perspectiva do Desenvolvimento Territorial, como forma de fortalecer as capacidades locais com ferramentas, instrumentos, metodologias e conhecimentos temáticos para que tenham seu próprio entendimento sobre seu território.  

Quer saber mais? Entre em contato com a gente =)

O sentido público do Investimento Social Privado (ISP) e seu impacto social

O sentido público do Investimento Social Privado (ISP) e seu impacto social

O investimento social privado deve ser planejado e orientado por focos estratégicos claros e coerentes com as demandas reais da sociedade, além de alinhado à políticas públicas e causas sociais relevantes

O conceito de investimento social privado (ISP) nasceu na segunda metade da década de 1990, como reflexo das ações não vinculadas à operações empresariais referentes ao negócio propriamente dito. 

Passados 30 anos de muito aprendizado, há um entendimento de que é fundamental que o investimento social privado seja estratégico, estruturante e orientado a gerar impacto social positivo, de longo prazo, qualificado e relevante. 

Nesse sentido, a simples atuação pontual não é mais suficiente. É necessário realizar investimento social de fato: planejado e orientado por focos estratégicos claros, coerente com as demandas reais da sociedade e alinhado às políticas públicas e causas sociais relevantes, com ênfase em seu sentido público (GIFE). 

Exemplo disso é quando um negócio privado, ao ter uma cadeia de valor eficiente, social e  ambientalmente responsável, pode beneficiar e fortalecer todo o território. Ao mesmo tempo, um território estruturado e fortalecido pode contribuir para uma cadeia de valor mais segura, eficaz, socialmente aceita e operante no longo prazo. 

Assim a atuação social corporativa, ao aliar esforços com as diretrizes de desenvolvimento local, promove também prevenção, gestão e mitigação dos riscos e de impactos que interferem na vida das pessoas e que são inerentes à operação.

Como as empresas estão revisando suas estratégias e políticas de ISP

Muitas empresas, atualmente, estão dispostas a rever suas estratégias e políticas de ISP. O objetivo é estarem cada vez mais aderentes às demandas sociais e de desenvolvimento territorial com os quais seus institutos, fundações e negócios devem estar comprometidos. 

A HUMANA apoia grandes empresas a reverem suas estratégias de ISP, atuando com:

  • Mapeamento do investimento social privado na empresa, diferenciando categorias como doação, patrocínio, execução, parceria, licenciamento, incentivo fiscal, entre outras. 
  • Desenho de políticas e compromissos públicos que a empresa pode assumir, convergindo esforços de sustentabilidade, responsabilidade social e investimento social privado com a Agenda dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.
  • Desenho de processos que atestem transparência da atuação da empresa em sustentabilidade, responsabilidade social e investimento social de forma integrada
  • Desenho e implementação de estratégias de Desenvolvimento Territorial e de relacionamento com comunidades baseadas em diálogo, negociação e transformação de conflitos.
  • Desenvolvimento de formações e rodadas permanentes de engajamento interno participativo no sentido de alinhar os conceitos e atuação estratégica da empresa em sustentabilidade, responsabilidade social e investimento social privado.

Para saber mais, entre em contato conosco.

PUBLICAÇÕES

Nossas publicações estão disponíveis para download

Diálogos de Qualidade – Manual Prático

Diálogos de Qualidade – Manual Prático

A publicação “Diálogos de Qualidade – Manual Prático”, lançada pela RedEAmérica e da qual Bruno Gomes, sócio da HUMANA, é co-autor, tem como principal objetivo apontar caminhos para estabelecer diálogos de qualidade entre empresas e comunidades, com indicações práticas, técnicas e ferramentas, de forma a gerar confiança e resultados concretos para promover o desenvolvimento territorial.

Abaixo, você tem acesso à versão em português da publicação.

DIALOGOS DE QUALIDADE- HUMANA

Você também pode acessar a publicação em espanhol, clicando aqui.

Qual o papel dos territórios urbanos nas mudanças climáticas?

Qual o papel dos territórios urbanos nas mudanças climáticas?

Na publicação “Os territórios urbanos e as mudanças climáticas – a relevância da atuação local”, a HUMANA aborda processos de governança climática territorial e seu papel estratégico no enfrentamento das emergências climáticas

Quando se fala em como enfrentar os efeitos das mudanças climáticas, normalmente a abordagem gira em torno de acordos globais e tratados e conferências internacionais. Não raro o olhar exclui a governança territorial, onde a atuação local, quando bem estruturada, pode fazer toda a diferença, especialmente nos espaços urbanos. 

É com o intuito de contribuir com a reflexão e o debate sobre possíveis saídas para o impacto da crise climática nos territórios urbanos, que a HUMANA apresenta a publicação “Os territórios urbanos e as mudanças climáticas – a relevância da atuação local“, disponível para download livre em nosso site.

Publicação "Os territórios urbanos e as mudanças climáticas"

A partir do entendimento de que as cidades podem ter papel decisivo no enfrentamento das causas e consequências de alterações cada vez mais intensas de temperatura e condições atmosféricas, o estudo propõe uma abordagem integral e completa, pensando na construção de processos de governança e planos de enfrentamento, mitigação e adaptação diante das ações climática em territórios urbanos.

Em um contexto em que a perspectiva é cada vez mais de extremos, com efeitos muitos concretos, como secas prolongadas ou temporais intensos e frequentes, o documento pode ajudar a pensar e repensar como as cidades estão estruturadas. Nesta publicação, nós da HUMANA, que atuamos na elaboração de estudos de território e apoiamos a construção de processos de governança climática territorial, apresentamos ideias e caminhos possíveis para a construção participativa de planos territoriais com foco nas mudanças climáticas, que façam sentido para as localidades e para o desafio de se planejar para as emergências impostas pelas alterações do clima.

Territórios urbanos

Os impactos das mudanças climáticas atingem com cada vez mais intensidade as áreas urbanas. A variação de temperatura – com calor acentuado e ondas de frio inéditas – é intercalada por falta d’água e tempo seco durante parte do ano, e enchentes devastadoras em outros períodos. 

Vemos aumentar os chamados refugiados ambientais, que precisam migrar para sobreviver – na maioria das vezes para locais igualmente abandonados de planos e soluções realistas para enfrentar as emergências climáticas.

É importante pensar as mudanças climáticas em territóros urbanos a partir da atuação local não só em função das consequências, mas também a partir de suas causas

É importante, no entanto, pensar as mudanças climáticas a partir da atuação local não só em função das consequências, mas também a partir de suas causas. Afinal, as alterações estão ligadas à maneira como se vive nas cidades e como os centros urbanos estão estruturados.

Hoje, mais da metade da população mundial vive em cidades. Em 2050, segundo a ONU, a perspectiva é de que esse número chegue a 66%. Não é uma coincidência que 49% das emissões de gases de efeito estufa no setor de Energia vêm dos transportes terrestres. Isso significa que se considerarmos apenas o recorte da mobilidade, as cidades e aglomerações urbanas já ocupam uma posição crítica e estratégica no combate à crise climática.

Para além da mobilidade, no entanto, se a intenção é uma abordagem integrada no enfrentamento das alterações climáticas, devemos ainda olhar para questões como a economia local, a educação, a saúde, a segurança alimentar, a violência, entre outras.

Assim, os planos de emergência territoriais devem ser construídos de forma participativa e refletir as demandas sociais daquele contexto específico – e sempre com uma abordagem integrada, que dialogue com os planos municipais e regionais. 

O que podemos fazer?

Temos que entender que as soluções são do “local para o global” e que precisamos avançar nas estratégias integradas dos territórios, sempre com bases científicas, e dialogando com os acordos internacionais. O que vemos, hoje, é que ainda há um desequilíbrio entre as ações globais (que evoluíram significativamente nas últimas três décadas) e as ações locais (que demandam cada vez mais participação).

Veja a publicação “Os territórios urbanos e as mudanças climáticas – a relevância da atuação local”

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Enquanto a maior parte dos esforços referentes às alterações climáticas são direcionados ao agronegócio e ao desmatamento, as emissões urbanas e o desenvolvimento dos territórios acabam negligenciados pelo poder público, pelas instituições, pelas empresas e pela sociedade. 

Entender responsabilidades, conversar e discutir, pensar a partir de processos participativos, de diagnósticos reais e sérios, de planos concretos, é um começo importante para uma discussão que se mostra urgente. E essa publicação tem como objetivo colaborar justamente com esse debate. O que é preciso, afinal, para que os territórios passem a ter um papel estratégico no enfrentamento da crise climática?

Novas publicações sobre Desenvolvimento Territorial!

Novas publicações sobre Desenvolvimento Territorial!

Desde 2016, a Iniciativa Territórios vem atuando com diversas localidades, comunidades e empresas do país, com foco em promover um desenvolvimento territorial inclusivo, justo e sustentável.

A Ecam e a HUMANA, publicam hoje um conjunto de estudos que têm o intuito de aprimorar o modelo integrado de desenvolvimento territorial que é fruto das experiências práticas da Iniciativa Territórios na região amazônica. Esse modelo – que é centrado em comunidades e seus relacionamentos com empresas -, é composto por um arranjo de governança territorial em que é priorizado o fortalecimento das capacidades locais, a construção de planejamentos estratégicos participativos e o desenho de mecanismos financeiros comunitários para o repasse de recursos privados.

Conheça as três novas publicações:

Manual de construção e implementação de programas de transferência de renda comunitários.
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P2-Manual_vFinal_tela (2)
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Construindo um plano de mitigação de riscos para casos de repasse de recursos privados a comunidades e territórios.
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Programa Territórios Sustentáveis: a construção de um programa de gestão territorial integrado na Amazônia.
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P4-PTS_vFinal_tela

Os estudos buscam contribuir para um debate atual e de alta complexidade na sociedade brasileira e são uma sequência do conjunto de estudos publicados em 2019 “Mecanismos Financeiros e Desenvolvimento Territorial”.


As publicações foram lançadas pela Ecam por meio do Programa Territórios Sustentáveis (PTS) com apoio da Mineração Rio do Norte (MRN), e parceria da agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID). O trabalho foi produzido a partir de experiências promovidas dentro do PTS, via consultoria da HUMANA.

HUMANXS

Carol Ayres

Historiadora e mestre em história social pela PUC-SP. Possui 20 anos de experiência na área de sustentabilidade, cidadania, articulação intersetorial e desenvolvimento territorial.

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Bruno Gomes

Bruno Gomes é sociólogo (Sorbonne) e mestre em geopolítica (Paris 8), com fellowships realizados no Canadá (Simon Fraser) e na Austrália (QUT). Tem mais de quinze anos de experiência na elaboração e gestão de projetos, na realização de pesquisas e diagnósticos e na articulação de parcerias entre empresas, poder público e sociedade-civil. Trabalha pelo desenvolvimento territorial, principalmente no contexto de grandes empreendimentos e investimentos.

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Beatriz Maroni

Bióloga (UNESP/ Botucatu) e especialista em gestão ambiental (SENAC-SP). Possui 15 anos de experiência na área de educação ambiental, gestão de resíduos sólidos, diagnósticos socioambientais e desenvolvimento territorial.

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