Transformamos realidades pela sustentabilidade

Somos uma empresa que atua em rede. Construímos soluções na área de sustentabilidade e desenvolvimento territorial centrado em pessoas e comunidades, tanto em contextos urbanos, quanto em rurais e amazônicos. Investimos em processos participativos com o objetivo de fortalecer capacidades locais, criar oportunidades e gerar autonomia. Atuamos junto a empresas, setor público e sociedade civil, numa abordagem multiescalar (do local ao macro-estratégico), com especialistas de diversas áreas.

SOLUÇÕES

Construímos estratégias e implementamos projetos para o desenvolvimento de territórios, organizações e comunidades.

Desenvolvimento Territorial

Governança Territorial Integrada

Agenda 2030 - ODS

Licenciamento Participativo Socioambiental

Avaliação e revisão das políticas e estratégias de Investimento Social Privado

Fundos e Mecanismos Financeiros Comunitários

Fortalecimento de Capacidades Institucionais

Facilitação de Processos

Planejamento Estratégico Participativo

Diagnóstico Participativo Local

Consulta e participação pública

Cidades e Clima

Customizamos as entregas a partir da demanda e da realidade de cada território e organização.

Programas | Projetos | Planos | Cursos | Formações | Oficinas | Workshops | Pesquisas | Estudos | Publicações | Gestão de Conteúdos | Facilitações

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BLOG

Processos formativos: sua importância para fortalecer capacidades locais

Processos formativos: sua importância para fortalecer capacidades locais

Acreditamos que processos formativos bem estruturados favorecem o pensamento crítico, reflexivo e contextualizado, além de fortalecer a participação e o diálogo

Todo processo educativo da HUMANA é fundamentado na valorização do conhecimento prévio. Isso quer dizer que partimos do reconhecimento de que há um saber já existente naquele contexto, ou seja, da pessoa envolvida no processo de formação (aprendiz).

Entendemos que processos formativos bem estruturados favorecem o pensamento crítico, reflexivo e contextualizado, fortalecendo a participação, o diálogo e o entendimento sobre a realidade vivenciada pelos participantes. 

Nosso objetivo é fortalecer capacidades para gerar autonomia e que o processo de ensino-aprendizagem seja significativo para todos, funcionando como uma alavanca para o desenvolvimento de outros processos territoriais.

Quais são os principais objetivos dos nossos processos formativos?

Cada território é único. Tendo isso como premissa, é fundamental para a HUMANA pensar e estruturar um plano formativo que seja robusto para direcionar as ações locais e que, ao mesmo tempo, tenha flexibilidade para se adaptar ao contexto territorial. Os nossos processos formativos devem necessariamente:

  • Contribuir de alguma forma para o fortalecimento das capacidades locais;
  • Promover a apropriação, a concepção e/ou a desconstrução de paradigmas através da transformação de realidades;
  • Favorecer a criação de oportunidades para que as pessoas (aprendizes), organizações locais e comunidades possam – durante o processo e a partir dele – tomar decisões que impactam suas vidas de forma mais apropriada e autônoma;
  • Fortalecer a cidadania, a democracia, a cultura de paz e a não violência.

Nós desenvolvemos processos formativos dentro da perspectiva do Desenvolvimento Territorial, como forma de fortalecer as capacidades locais com ferramentas, instrumentos, metodologias e conhecimentos temáticos para que tenham seu próprio entendimento sobre seu território.  

Quer saber mais? Entre em contato com a gente =)

O sentido público do Investimento Social Privado (ISP) e seu impacto social

O sentido público do Investimento Social Privado (ISP) e seu impacto social

O investimento social privado deve ser planejado e orientado por focos estratégicos claros e coerentes com as demandas reais da sociedade, além de alinhado à políticas públicas e causas sociais relevantes

O conceito de investimento social privado (ISP) nasceu na segunda metade da década de 1990, como reflexo das ações não vinculadas à operações empresariais referentes ao negócio propriamente dito. 

Passados 30 anos de muito aprendizado, há um entendimento de que é fundamental que o investimento social privado seja estratégico, estruturante e orientado a gerar impacto social positivo, de longo prazo, qualificado e relevante. 

Nesse sentido, a simples atuação pontual não é mais suficiente. É necessário realizar investimento social de fato: planejado e orientado por focos estratégicos claros, coerente com as demandas reais da sociedade e alinhado às políticas públicas e causas sociais relevantes, com ênfase em seu sentido público (GIFE). 

Exemplo disso é quando um negócio privado, ao ter uma cadeia de valor eficiente, social e  ambientalmente responsável, pode beneficiar e fortalecer todo o território. Ao mesmo tempo, um território estruturado e fortalecido pode contribuir para uma cadeia de valor mais segura, eficaz, socialmente aceita e operante no longo prazo. 

Assim a atuação social corporativa, ao aliar esforços com as diretrizes de desenvolvimento local, promove também prevenção, gestão e mitigação dos riscos e de impactos que interferem na vida das pessoas e que são inerentes à operação.

Como as empresas estão revisando suas estratégias e políticas de ISP

Muitas empresas, atualmente, estão dispostas a rever suas estratégias e políticas de ISP. O objetivo é estarem cada vez mais aderentes às demandas sociais e de desenvolvimento territorial com os quais seus institutos, fundações e negócios devem estar comprometidos. 

A HUMANA apoia grandes empresas a reverem suas estratégias de ISP, atuando com:

  • Mapeamento do investimento social privado na empresa, diferenciando categorias como doação, patrocínio, execução, parceria, licenciamento, incentivo fiscal, entre outras. 
  • Desenho de políticas e compromissos públicos que a empresa pode assumir, convergindo esforços de sustentabilidade, responsabilidade social e investimento social privado com a Agenda dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.
  • Desenho de processos que atestem transparência da atuação da empresa em sustentabilidade, responsabilidade social e investimento social de forma integrada
  • Desenho e implementação de estratégias de Desenvolvimento Territorial e de relacionamento com comunidades baseadas em diálogo, negociação e transformação de conflitos.
  • Desenvolvimento de formações e rodadas permanentes de engajamento interno participativo no sentido de alinhar os conceitos e atuação estratégica da empresa em sustentabilidade, responsabilidade social e investimento social privado.

Para saber mais, entre em contato conosco.

A importância de processos participativos para o fortalecimento da democracia

A importância de processos participativos para o fortalecimento da democracia

Criar espaços de participação e qualificar os que já existem favorece a consolidação de arranjos de governança, contribui com o aperfeiçoamento da cidadania e fortalece a democracia

Como criar espaços de democracia e participação cidadã? Que espaços de participação já existem no meu bairro ou na minha cidade? Como garantir a participação e o diálogo entre pessoas com visões diferentes em processos de governança e na política, por exemplo? Como garantir representatividade e diversidade nesses processos? Como minha empresa ou organização pode atuar de forma mais efetiva para construir processos de participação ou para fortalecer os espaços locais já existentes? 

Pode não parecer, mas as perguntas acima ajudam a pensar na importância e no valor da democracia. 

Na HUMANA, quando criamos estratégias de Desenvolvimento Territorial Integrado, quando ajudamos empresas a repensarem sua atuação em territórios ou seu relacionamento com comunidades, ou quando criamos processos de participação cidadã nós também estamos pensando num processo social mais macro – e em como essa atuação pode fortalecer de alguma forma a nossa democracia. 

É essa atuação que, em certa medida, contribui para que pessoas se entendam como cidadãos, governos locais percebam a importância dos conselhos, empresas se mobilizem para atuar de forma mais construtiva e transformadora num território, e para que organizações locais ou da sociedade civil organizada tenham maior capacidade de colaboração e representatividade.  

Não é simples, pelo contrário. Criar ou fortalecer a participação requer estratégia e capacidade de leitura sobre a complexidade de cada contexto, pois muitas vezes as relações estabelecidas entre os atores é baseada no conflito ou em interesses específicos. Assim, para favorecer o engajamento das pessoas e grupos cujas vidas serão diretamente impactadas por determinada decisão, é fundamental certificar-se que as diferenças sejam respeitadas e que exista diálogo entre as partes envolvidas. É preciso trabalhar para que nesse processo ou espaço de participação, apesar das diferenças e dificuldades, todas e todos consigam visualizar um caminho comum, compartilhado. Com, claro, cada ator assumindo seus compromissos e papéis nessa construção.

Decisões participativas são mais inclusivas, democráticas e eficientes

Decisões unilaterais e sem participação levam a resultados limitados e pouco efetivos. Mecanismos de participação democrática foram se aprimorando, com o desenvolvimento de processos coletivos ao longo da história, em diferentes níveis.

A importância de processos participativos para o fortalecimento da democracia

Não custa lembrar que a própria democracia em si foi e segue sendo uma construção cívica, que não tem uma única fórmula ou modelo absoluto. Existem várias formas de organização democrática no mundo hoje. A lógica fluida e a diversidade de maneiras de se garantir a participação de múltiplas opiniões e visões é uma fortaleza do sistema democrático. 

Aqui no Brasil, já construímos e experimentamos metodologias e soluções que viraram referência em participação para construção de políticas sociais para várias nações no mundo, como o orçamento participativo, os conselhos municipais, estaduais e nacionais. Mesmo a construção do Sistema Único de Saúde (SUS), por exemplo, tem como característica a mobilização e a participação social em sua criação. 

Nosso momento histórico e o enfraquecimento da democracia

Atualmente, estamos em um momento histórico e político em que temos que nos posicionar e fortalecer esses processos participativos pelo risco latente de enfraquecimento da democracia brasileira.   

A democracia passou a ser defendida ao longo do último século por ser considerada uma forma mais eficiente de organização social, onde existe espaço para conflitos e pensamentos divergentes. A preocupação é garantir que a maior diversidade de grupos sociais tenham voz e essa é uma perspectiva com a qual sempre trabalhamos aqui na HUMANA.

Mais precisamente, trabalhamos com estratégias e processos participativos em diferentes frentes na HUMANA: Desenvolvimento Territorial Integrado, Estratégia em Sustentabilidade, Agenda Urbana, Mudanças Climáticas, Citizenlab, construção de mecanismos financeiros e agendas de desenvolvimento, entre outros. 

PUBLICAÇÕES

Nossas publicações estão disponíveis para download

Qual o papel dos territórios urbanos nas mudanças climáticas?

Qual o papel dos territórios urbanos nas mudanças climáticas?

Na publicação “Os territórios urbanos e as mudanças climáticas – a relevância da atuação local”, a HUMANA aborda processos de governança climática territorial e seu papel estratégico no enfrentamento das emergências climáticas

Quando se fala em como enfrentar os efeitos das mudanças climáticas, normalmente a abordagem gira em torno de acordos globais e tratados e conferências internacionais. Não raro o olhar exclui a governança territorial, onde a atuação local, quando bem estruturada, pode fazer toda a diferença, especialmente nos espaços urbanos. 

É com o intuito de contribuir com a reflexão e o debate sobre possíveis saídas para o impacto da crise climática nos territórios urbanos, que a HUMANA apresenta a publicação “Os territórios urbanos e as mudanças climáticas – a relevância da atuação local“, disponível para download livre em nosso site.

Publicação "Os territórios urbanos e as mudanças climáticas"

A partir do entendimento de que as cidades podem ter papel decisivo no enfrentamento das causas e consequências de alterações cada vez mais intensas de temperatura e condições atmosféricas, o estudo propõe uma abordagem integral e completa, pensando na construção de processos de governança e planos de enfrentamento, mitigação e adaptação diante das ações climática em territórios urbanos.

Em um contexto em que a perspectiva é cada vez mais de extremos, com efeitos muitos concretos, como secas prolongadas ou temporais intensos e frequentes, o documento pode ajudar a pensar e repensar como as cidades estão estruturadas. Nesta publicação, nós da HUMANA, que atuamos na elaboração de estudos de território e apoiamos a construção de processos de governança climática territorial, apresentamos ideias e caminhos possíveis para a construção participativa de planos territoriais com foco nas mudanças climáticas, que façam sentido para as localidades e para o desafio de se planejar para as emergências impostas pelas alterações do clima.

Territórios urbanos

Os impactos das mudanças climáticas atingem com cada vez mais intensidade as áreas urbanas. A variação de temperatura – com calor acentuado e ondas de frio inéditas – é intercalada por falta d’água e tempo seco durante parte do ano, e enchentes devastadoras em outros períodos. 

Vemos aumentar os chamados refugiados ambientais, que precisam migrar para sobreviver – na maioria das vezes para locais igualmente abandonados de planos e soluções realistas para enfrentar as emergências climáticas.

É importante pensar as mudanças climáticas em territóros urbanos a partir da atuação local não só em função das consequências, mas também a partir de suas causas

É importante, no entanto, pensar as mudanças climáticas a partir da atuação local não só em função das consequências, mas também a partir de suas causas. Afinal, as alterações estão ligadas à maneira como se vive nas cidades e como os centros urbanos estão estruturados.

Hoje, mais da metade da população mundial vive em cidades. Em 2050, segundo a ONU, a perspectiva é de que esse número chegue a 66%. Não é uma coincidência que 49% das emissões de gases de efeito estufa no setor de Energia vêm dos transportes terrestres. Isso significa que se considerarmos apenas o recorte da mobilidade, as cidades e aglomerações urbanas já ocupam uma posição crítica e estratégica no combate à crise climática.

Para além da mobilidade, no entanto, se a intenção é uma abordagem integrada no enfrentamento das alterações climáticas, devemos ainda olhar para questões como a economia local, a educação, a saúde, a segurança alimentar, a violência, entre outras.

Assim, os planos de emergência territoriais devem ser construídos de forma participativa e refletir as demandas sociais daquele contexto específico – e sempre com uma abordagem integrada, que dialogue com os planos municipais e regionais. 

O que podemos fazer?

Temos que entender que as soluções são do “local para o global” e que precisamos avançar nas estratégias integradas dos territórios, sempre com bases científicas, e dialogando com os acordos internacionais. O que vemos, hoje, é que ainda há um desequilíbrio entre as ações globais (que evoluíram significativamente nas últimas três décadas) e as ações locais (que demandam cada vez mais participação).

Veja a publicação “Os territórios urbanos e as mudanças climáticas – a relevância da atuação local”

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Enquanto a maior parte dos esforços referentes às alterações climáticas são direcionados ao agronegócio e ao desmatamento, as emissões urbanas e o desenvolvimento dos territórios acabam negligenciados pelo poder público, pelas instituições, pelas empresas e pela sociedade. 

Entender responsabilidades, conversar e discutir, pensar a partir de processos participativos, de diagnósticos reais e sérios, de planos concretos, é um começo importante para uma discussão que se mostra urgente. E essa publicação tem como objetivo colaborar justamente com esse debate. O que é preciso, afinal, para que os territórios passem a ter um papel estratégico no enfrentamento da crise climática?

Novas publicações sobre Desenvolvimento Territorial!

Novas publicações sobre Desenvolvimento Territorial!

Desde 2016, a Iniciativa Territórios vem atuando com diversas localidades, comunidades e empresas do país, com foco em promover um desenvolvimento territorial inclusivo, justo e sustentável.

A Ecam e a HUMANA, publicam hoje um conjunto de estudos que têm o intuito de aprimorar o modelo integrado de desenvolvimento territorial que é fruto das experiências práticas da Iniciativa Territórios na região amazônica. Esse modelo – que é centrado em comunidades e seus relacionamentos com empresas -, é composto por um arranjo de governança territorial em que é priorizado o fortalecimento das capacidades locais, a construção de planejamentos estratégicos participativos e o desenho de mecanismos financeiros comunitários para o repasse de recursos privados.

Conheça as três novas publicações:

Manual de construção e implementação de programas de transferência de renda comunitários.
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P2-Manual_vFinal_tela (2)
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Construindo um plano de mitigação de riscos para casos de repasse de recursos privados a comunidades e territórios.
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Programa Territórios Sustentáveis: a construção de um programa de gestão territorial integrado na Amazônia.
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Os estudos buscam contribuir para um debate atual e de alta complexidade na sociedade brasileira e são uma sequência do conjunto de estudos publicados em 2019 “Mecanismos Financeiros e Desenvolvimento Territorial”.


As publicações foram lançadas pela Ecam por meio do Programa Territórios Sustentáveis (PTS) com apoio da Mineração Rio do Norte (MRN), e parceria da agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID). O trabalho foi produzido a partir de experiências promovidas dentro do PTS, via consultoria da HUMANA.

Investindo no desenvolvimento – Modelos e instrumentos para aporte de recursos privados em comunidades e territórios

Investindo no desenvolvimento – Modelos e instrumentos para aporte de recursos privados em comunidades e territórios

O estudo “Investindo no desenvolvimento – Modelos e instrumentos para aporte de recursos privados em comunidades e territórios”, realizado pela PPA – Plataforma Parceiros Pela Amazônia e executado pela Humana foi lançado em Belém, no dia 07 de novembro. Nele, são apresentadas tendências sobre mecanismos financeiros com foco no desenvolvimento territorial e algumas iniciativas brasileiras que direcionam para caminhos práticos sobre o tema.

O material já está disponível para download. Acesse!

A Plataforma Parceiros pela Amazônia (PPA) é uma plataforma de ação coletiva, liderada pelo setor privado, que busca a construção de soluções inovadoras para o desenvolvimento sustentável, conservação da biodiversidade, florestas e dos recursos naturais da Amazônia. Conheça a PPA! Visite o site: https://ppa.org.br/

A PPA atua, desde 2017 sob a Coordenação Executiva do Idesam, USAID, CIAT , Ecam e Instituto Peabiru.

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HUMANXS

Carol Ayres

Historiadora e mestre em história social pela PUC-SP. Possui 20 anos de experiência na área de sustentabilidade, cidadania, articulação intersetorial e desenvolvimento territorial.

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Bruno Gomes

Bruno Gomes é sociólogo (Sorbonne) e mestre em geopolítica (Paris 8), com fellowships realizados no Canadá (Simon Fraser) e na Austrália (QUT). Tem mais de quinze anos de experiência na elaboração e gestão de projetos, na realização de pesquisas e diagnósticos e na articulação de parcerias entre empresas, poder público e sociedade-civil. Trabalha pelo desenvolvimento territorial, principalmente no contexto de grandes empreendimentos e investimentos.

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Beatriz Maroni

Bióloga (UNESP/ Botucatu) e especialista em gestão ambiental (SENAC-SP). Possui 15 anos de experiência na área de educação ambiental, gestão de resíduos sólidos, diagnósticos socioambientais e desenvolvimento territorial.

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