Transformamos realidades pela sustentabilidade

Somos uma empresa que atua em rede. Construímos soluções na área de sustentabilidade e desenvolvimento territorial centrado em pessoas e comunidades, tanto em contextos urbanos, quanto em rurais e amazônicos. Investimos em processos participativos com o objetivo de fortalecer capacidades locais, criar oportunidades e gerar autonomia. Atuamos junto a empresas, setor público e sociedade civil, numa abordagem multiescalar (do local ao macro-estratégico), com especialistas de diversas áreas.

SOLUÇÕES

Construímos estratégias e implementamos projetos para o desenvolvimento de territórios, organizações e comunidades.

Desenvolvimento Territorial

Governança Territorial Integrada

Agenda 2030 - ODS

Licenciamento Participativo Socioambiental

Avaliação e revisão das políticas e estratégias de Investimento Social Privado

Fundos e Mecanismos Financeiros Comunitários

Fortalecimento de Capacidades Institucionais

Facilitação de Processos

Planejamento Estratégico Participativo

Diagnóstico Participativo Local

Consulta e participação pública

Cidades e Clima

Customizamos as entregas a partir da demanda e da realidade de cada território e organização.

Programas | Projetos | Planos | Cursos | Formações | Oficinas | Workshops | Pesquisas | Estudos | Publicações | Gestão de Conteúdos | Facilitações

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BLOG

CitizenLab: a mais nova parceira da HUMANA

CitizenLab: a mais nova parceira da HUMANA

Com o CitizenLab, oferecemos um instrumento de participação social digital em média e larga escala ainda mais potente

A HUMANA acaba de trazer para o Brasil o CitizenLab, uma das mais inovadoras plataformas digitais de participação cidadã do mundo. A ferramenta belga foi fundada em 2015 com a missão de oferecer às cidades e aos governos um espaço de colaboração online para consultar cidadãos sobre temas locais e incluí-los nas tomadas de decisões.

Tendo a participação como base metodológica fundamental em nossos projetos, vimos no CitizenLab uma solução para ampliarmos a escala dos processos participativos, além de torná-los ainda mais acessíveis, amigáveis de de rápida implementação.

Além do uso da plataforma em algumas de nossas ações e projetos, nos quais o CitizenLab fornecerá a ferramenta para que se realizem diversas formas de consultas e construções coletivas que envolvam a colaboração entre poder público, empresas e cidadãos, poderemos oferecer também um pacote de serviços específico, voltado para todo e qualquer processo participativo de interesse público, aliando soluções tecnológicas (Citizenlab) e estratégia de participação (Humana).

Processos participativos ganham em escala e agilidade

Na prática, como as duas instituições irão trabalhar juntas?

“Ao atuarmos em um projeto específico, como a co-construção de políticas públicas ou a elaboração de uma agenda de desenvolvimento local, a HUMANA desenvolverá toda a estratégia para que a prefeitura, ou qualquer outro ente que esteja liderando o processo, possa contar com a participação e o engajamento dos diversos grupos de cidadãos, atores do setor privado, comunidades etc. Já o CitizenLab disponibilizará a ferramenta para que, complementando processos presenciais, se realizem processos remotos previstos na estratégia, com toda facilidade e segurança, nas mais diversas modalidades e técnicas”, explica Bruno Gomes, sócio da HUMANA.

Assim a população ou grupo de interesse terá diversos canais e oportunidade para inserir ideias, posicionamentos e opiniões.

Cada projeto ou serviço será customizado de acordo com o processo e a necessidade de participação. Isso significa que podem ser criadas páginas específicas para todos os públicos: moradores, especialistas, gestores públicos… Tudo dependerá dos objetivos do programa/projeto e das estratégias estabelecidas.

A finalidade, independentemente da ação – agendas de desenvolvimento territorial, processos específicos de prefeituras, governos locais, organizações ou empresas -, é sempre favorecer a mais ampla participação das partes em ações de interesse público, contribuindo para o exercício da cidadania e o fortalecimento da democracia.

CitizenLab no mundo

Os resultados positivos do CitizenLab, considerada uma das principais startups europeias de impacto social, já se espalharam por mais de 200 governos. Por exemplo, em Grand Paris Sud, região ao sul de Paris com pouco mais de 340 mil habitantes, a plataforma entrou em ação para melhorar a participação dos cidadãos na região em três temas: clima, cultura e ciclismo.

em Grand Paris Sud, o CitizenLab entrou em ação para melhorar a participação dos cidadãos na região em três temas: clima, cultura e ciclismo.

Com a colaboração dos moradores, foi estabelecido um plano para os próximos seis anos para reduzir as emissões de gases do efeito estufa e o consumo de energia, além de melhorar a qualidade do ar e o desenvolvimento de energias renováveis. Também com a participação dos cidadãos, que incluíam suas ideias em uma espécie de mapa digital da região, pode-se debater sobre mobilidade e segurança para ciclistas. Mais de 400 habitantes ofereceram sugestões que resultaram em ciclovias e estacionamentos mais seguros para bicicletas.

Resultados como esse incentivaram a HUMANA em apostar na parceria com o CitizenLab. As duas instituições trabalham a favor do engajamento cívico. Ou seja, querem fazer a diferença na vida da comunidade ao desenvolver conhecimento, habilidades, valores e motivação. “Acreditamos que investir em participação garante mais inclusão, diversidade, eficiência e aderência à realidade, além de fortalecer a democracia”, explica Carol Ayres, sócia da HUMANA.

Guia de Bolso da Participação

Guia de Bolso da Participação

Guia de Bolso da Participação
7 dicas fundamentais para construir processos de tomada de decisão eficientes e democráticos

Processos participativos são a essência de como fortalecer a democracia. Seja na sua vida pessoal, com seus familiares e amigos, no seu bairro ou em seu país, estamos sempre tomando decisões. Decidir a partir de um processo de participação garante mais inclusão, visão, inovação e sabedoria à sua escolha.

A HUMANA colocou-se a missão de selecionar entre as “melhores dicas” para a participação, a partir da ideia de um guia de bolso prático para organizações e pessoas entusiastas sobre o tema e sobre a prática da participação.

Quem sabe esse conteúdo possa desdobrar-se em uma série de dicas sobre participação no futuro?! Mas no momento selecionamos #7 dicas fundamentais para conduzir processos participativos para compartilhar com você.

Sem qualquer pretensão de esgotar o tema, o intuito aqui é trazer insigths e referências que possam contribuir sobre a prática, tanto de facilitar, quanto de participar de processos participativos.

Pensamos em seguir a linha das “100 coisas para ver/ler antes de morrer”. Definitivamente há espaço para criar as “100 dicas sobre participação para conhecer antes de morrer”… Neste post, seguem as primeiras #7.

Esperamos que gostem e que faça sentido em sua experiência com a prática de participar 🙂

#1 Singularidade
Cada processo participativo é único. Não há uma “fórmula mágica” para desenhar um processo de diálogo e participação. Quem disser que facilitou mais de um encontro ou fez parte de um processo participativo com resultados idênticos experimentou uma simulação participativa, ou, como se usa em língua inglesa, um “democracy washing”.

#2 Preparação
Os diálogos entre as pessoas podem ser espontâneos, mas no campo da participação há uma estrutura que sustenta e prepara a chegada dos corpos e falas dos participantes, respaldada por metodologias que podem integrar dezenas de referências teóricas. Um excelente processo participativo, com resultados definidos, parte sempre da construção de um desenho de conversa com método.

#3 Escuta sem julgamento
Seja um profissional de facilitação ou um aprendiz, conduzir um processo participativo requer esvaziar as crenças e convicções. Sem este exercício não há como realmente construir uma atividade participativa. Apesar de ser um desafio, a democracia se constrói fortalecendo este estado de consciência e presença, que é sempre individual.

#4 Escolher quem facilita é a chave
O ideal em um processo participativo é contar com um facilitador que atue no campo, mas sabemos que nem sempre tal condição é possível. No caso, há perfis de pessoas que podem ser, mesmo sem treinamento, facilitadores adequados. Escolher entre os participantes alguém sem interesses ocultos ou abertos na agenda a ser discutida é uma importante dica. Assim como, seguir a #3 escutar sem julgamento, todos os pontos de vista.

#5 Construir pactos antes do diálogo começar
Preparar o grupo pactuando valores, princípios e formas de se comportar antes de iniciar os diálogos participativos é crucial. Isto deixa as pessoas mais seguras para colocar seus pontos de vista, sentindo suas demandas acolhidas e com boas chances de estarem na conversa de forma mais transparente e positiva.

#6 Não controlar, conduzir
Caso tenha colocado em prática as dicas #1 a #5 e mesmo assim o grupo decidiu seguir com um outro conteúdo que não o definido pela agenda do encontro, o facilitador do processo não deve tentar controlar ou forçar o processo ou resultados. Adeque a facilitação ao novo interesse do grupo e seja surpreendido pelas decisões que serão tomadas nesta outra perspectiva. Muitas vezes elas vão implicar em uma mudança de comportamento a médio prazo que poderá influenciar a agenda anterior.

#7 Garantir o espaço ideal, offline e on-line
A participação está em todo lugar. As fronteiras do contato humano estão a cada dia mais fluidas e globais, assim, o diálogo movimenta do offline (presencial) ao on-line (à distância). Há vantagens em participar presencialmente, mas também, há vantagens em tomar decisões no espaço digital e virtual. Neste caminho, contar com instrumentos e plataformas digitais adequadas e eficientes para processos participativos é fundamental.

E a HUMANA encontrou o CitizenLab, plataforma digital de democracia e participação cidadã, como parceira nesta jornada rumo a um universo cada vez mais digital.

A plataforma CitizenLab tem sido uma das experiências mais exitosas de participação e aproximação digital entre governos, empresas e cidadãos da atualidade. A HUMANA decidiu apostar na aliança com a organização Belga, trazendo o CitizenLab ao país, como uma forma de contribuir para o cenário político presente – de pandemia à redução das instâncias de diálogo entre poder público e cidadãos.

O CitizenLab somado à arquitetura de participação de expertise da Humana moldam um potente instrumento de participação digital em média e larga escala que é acessível, amigável e de rápida implementação para processos participativos e interação entre poder público, empresas e cidadãos, sejam esses locais ou nacionais.

Estamos animados porque muito em breve lançaremos oficialmente a aliança HUMANA+Citizenlab. Aguardem 🙂

Regina Egger trabalha para a HUMANA coordenando a iniciativa CitizenLab no Brasil. É doutora em história social pela USP e atua no campo da participação há duas décadas, com agendas da sociedade civil para governos, fundações e terceiro setor. Contato: citizenlab@humana.net.br

A importância de silenciar – 100 dias 

A importância de silenciar – 100 dias
 

A importância de silenciar – 100 dias

Muitas coisas aconteceram nesse primeiro semestre de 2020. Intensas e avassaladoras. No Brasil e no mundo. E cada um de nós está vivendo isso tudo, individualmente e coletivamente. É realmente um dos momentos mais complexos da nossa história.

Diante disso, na HUMANA nós optamos, num primeiro momento, por silenciar nossos canais nas redes sociais. Entendendo que silenciar não é se omitir.

O silêncio, em momentos de adversidade, ajuda a entender melhor o que está acontecendo ou, pelo menos, a tomar o tempo necessário para se pensar melhor. Sabemos que boa parte desse contexto é transitória e deve passar. Mas em quais condições seguiremos? Para onde? São muitas perguntas e, no fundo, ainda não há muitos elementos de resposta, nem um contexto minimamente estável ou um horizonte que se vislumbre, para que se possa começar a elaborá-los. No Brasil, às incertezas globais somam-se incertezas tragicamente nacionais.

Assim como a maioria, não temos muitas respostas. Porém, seguimos! Primeiramente seguimos atuando nos projetos em que já estávamos, apesar de um confinamento total, desde o dia 16 de março. Seguimos, mas refletindo e questionando cada ação planejada, buscando soluções pra seguir de forma adequada, sem arriscar as pessoas e os processos com os quais estamos envolvidos.

Nessa quarentena, muita gente está refletindo sobre sua atuação no mundo, sobre seus privilégios e suas falhas, se confrontando aos problemas causados pela desigualdade social e percebendo a importância das políticas públicas na sua vida, principalmente o SUS.

Ficou evidente, mais uma vez, que nosso modelo de desenvolvimento precisa ser aprimorado. Não é possível que ele continue deixando pessoas para trás. Nesse sentido, nós da HUMANA nos sentimos ainda mais encorajados para seguir nosso caminho: que o desenvolvimento traga liberdade, justiça social, autonomia e dignidade para todas e todos, sem exceção.

Mais do que nunca, evidenciou-se a importância de um Estado forte e comprometido com a democracia e com o cidadão, mas também, a importância de territórios e comunidades fortes, que possam encontrar soluções específicas, com características próprias, para seus desafios.

A HUMANA, nesses 100 dias de isolamento social, pôde manter suas equipes em São Paulo e no Pará e seguiu atuando, experimentando novos arranjos e caminhos. Também aproveitamos para desenvolver novos estudos e publicações, que serão lançadas nos próximos meses.

O silêncio é importante. Ele nos ajuda a pensar, a reelaborar nossas vidas e práticas. O silêncio é, também, uma marca de respeito, pelas vidas, pela história, pela grandeza do que nos toca como espécie, nesse momento.
Entretanto, depois do tempo de silenciar vem o tempo da troca, de questionar juntos, de duvidar e pensar coletivamente.

Estávamos com saudades! E estamos de volta!

Abraços a todas e todos e fiquem bem.

(voltamos aqui mas, até segunda ordem, seguimos em casa!!!)

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Xilogravura de Ramon Santos – https://www.instagram.com/ramonsantosxilo/

PUBLICAÇÕES

Nossas publicações estão disponíveis para download

Qual o papel dos territórios urbanos nas mudanças climáticas?

Qual o papel dos territórios urbanos nas mudanças climáticas?

Na publicação “Os territórios urbanos e as mudanças climáticas – a relevância da atuação local”, a HUMANA aborda processos de governança climática territorial e seu papel estratégico no enfrentamento das emergências climáticas

Quando se fala em como enfrentar os efeitos das mudanças climáticas, normalmente a abordagem gira em torno de acordos globais e tratados e conferências internacionais. Não raro o olhar exclui a governança territorial, onde a atuação local, quando bem estruturada, pode fazer toda a diferença, especialmente nos espaços urbanos. 

É com o intuito de contribuir com a reflexão e o debate sobre possíveis saídas para o impacto da crise climática nos territórios urbanos, que a HUMANA apresenta a publicação “Os territórios urbanos e as mudanças climáticas – a relevância da atuação local“, disponível para download livre em nosso site.

Publicação "Os territórios urbanos e as mudanças climáticas"

A partir do entendimento de que as cidades podem ter papel decisivo no enfrentamento das causas e consequências de alterações cada vez mais intensas de temperatura e condições atmosféricas, o estudo propõe uma abordagem integral e completa, pensando na construção de processos de governança e planos de enfrentamento, mitigação e adaptação diante das ações climática em territórios urbanos.

Em um contexto em que a perspectiva é cada vez mais de extremos, com efeitos muitos concretos, como secas prolongadas ou temporais intensos e frequentes, o documento pode ajudar a pensar e repensar como as cidades estão estruturadas. Nesta publicação, nós da HUMANA, que atuamos na elaboração de estudos de território e apoiamos a construção de processos de governança climática territorial, apresentamos ideias e caminhos possíveis para a construção participativa de planos territoriais com foco nas mudanças climáticas, que façam sentido para as localidades e para o desafio de se planejar para as emergências impostas pelas alterações do clima.

Territórios urbanos

Os impactos das mudanças climáticas atingem com cada vez mais intensidade as áreas urbanas. A variação de temperatura – com calor acentuado e ondas de frio inéditas – é intercalada por falta d’água e tempo seco durante parte do ano, e enchentes devastadoras em outros períodos. 

Vemos aumentar os chamados refugiados ambientais, que precisam migrar para sobreviver – na maioria das vezes para locais igualmente abandonados de planos e soluções realistas para enfrentar as emergências climáticas.

É importante pensar as mudanças climáticas em territóros urbanos a partir da atuação local não só em função das consequências, mas também a partir de suas causas

É importante, no entanto, pensar as mudanças climáticas a partir da atuação local não só em função das consequências, mas também a partir de suas causas. Afinal, as alterações estão ligadas à maneira como se vive nas cidades e como os centros urbanos estão estruturados.

Hoje, mais da metade da população mundial vive em cidades. Em 2050, segundo a ONU, a perspectiva é de que esse número chegue a 66%. Não é uma coincidência que 49% das emissões de gases de efeito estufa no setor de Energia vêm dos transportes terrestres. Isso significa que se considerarmos apenas o recorte da mobilidade, as cidades e aglomerações urbanas já ocupam uma posição crítica e estratégica no combate à crise climática.

Para além da mobilidade, no entanto, se a intenção é uma abordagem integrada no enfrentamento das alterações climáticas, devemos ainda olhar para questões como a economia local, a educação, a saúde, a segurança alimentar, a violência, entre outras.

Assim, os planos de emergência territoriais devem ser construídos de forma participativa e refletir as demandas sociais daquele contexto específico – e sempre com uma abordagem integrada, que dialogue com os planos municipais e regionais. 

O que podemos fazer?

Temos que entender que as soluções são do “local para o global” e que precisamos avançar nas estratégias integradas dos territórios, sempre com bases científicas, e dialogando com os acordos internacionais. O que vemos, hoje, é que ainda há um desequilíbrio entre as ações globais (que evoluíram significativamente nas últimas três décadas) e as ações locais (que demandam cada vez mais participação).

Veja a publicação “Os territórios urbanos e as mudanças climáticas – a relevância da atuação local”

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Enquanto a maior parte dos esforços referentes às alterações climáticas são direcionados ao agronegócio e ao desmatamento, as emissões urbanas e o desenvolvimento dos territórios acabam negligenciados pelo poder público, pelas instituições, pelas empresas e pela sociedade. 

Entender responsabilidades, conversar e discutir, pensar a partir de processos participativos, de diagnósticos reais e sérios, de planos concretos, é um começo importante para uma discussão que se mostra urgente. E essa publicação tem como objetivo colaborar justamente com esse debate. O que é preciso, afinal, para que os territórios passem a ter um papel estratégico no enfrentamento da crise climática?

Novas publicações sobre Desenvolvimento Territorial!

Novas publicações sobre Desenvolvimento Territorial!

Desde 2016, a Iniciativa Territórios vem atuando com diversas localidades, comunidades e empresas do país, com foco em promover um desenvolvimento territorial inclusivo, justo e sustentável.

A Ecam e a HUMANA, publicam hoje um conjunto de estudos que têm o intuito de aprimorar o modelo integrado de desenvolvimento territorial que é fruto das experiências práticas da Iniciativa Territórios na região amazônica. Esse modelo – que é centrado em comunidades e seus relacionamentos com empresas -, é composto por um arranjo de governança territorial em que é priorizado o fortalecimento das capacidades locais, a construção de planejamentos estratégicos participativos e o desenho de mecanismos financeiros comunitários para o repasse de recursos privados.

Conheça as três novas publicações:

Manual de construção e implementação de programas de transferência de renda comunitários.
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P2-Manual_vFinal_tela (2)
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Construindo um plano de mitigação de riscos para casos de repasse de recursos privados a comunidades e territórios.
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Programa Territórios Sustentáveis: a construção de um programa de gestão territorial integrado na Amazônia.
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Os estudos buscam contribuir para um debate atual e de alta complexidade na sociedade brasileira e são uma sequência do conjunto de estudos publicados em 2019 “Mecanismos Financeiros e Desenvolvimento Territorial”.


As publicações foram lançadas pela Ecam por meio do Programa Territórios Sustentáveis (PTS) com apoio da Mineração Rio do Norte (MRN), e parceria da agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID). O trabalho foi produzido a partir de experiências promovidas dentro do PTS, via consultoria da HUMANA.

Investindo no desenvolvimento – Modelos e instrumentos para aporte de recursos privados em comunidades e territórios

Investindo no desenvolvimento – Modelos e instrumentos para aporte de recursos privados em comunidades e territórios

O estudo “Investindo no desenvolvimento – Modelos e instrumentos para aporte de recursos privados em comunidades e territórios”, realizado pela PPA – Plataforma Parceiros Pela Amazônia e executado pela Humana foi lançado em Belém, no dia 07 de novembro. Nele, são apresentadas tendências sobre mecanismos financeiros com foco no desenvolvimento territorial e algumas iniciativas brasileiras que direcionam para caminhos práticos sobre o tema.

O material já está disponível para download. Acesse!

A Plataforma Parceiros pela Amazônia (PPA) é uma plataforma de ação coletiva, liderada pelo setor privado, que busca a construção de soluções inovadoras para o desenvolvimento sustentável, conservação da biodiversidade, florestas e dos recursos naturais da Amazônia. Conheça a PPA! Visite o site: https://ppa.org.br/

A PPA atua, desde 2017 sob a Coordenação Executiva do Idesam, USAID, CIAT , Ecam e Instituto Peabiru.

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HUMANXS

Carol Ayres

Historiadora e mestre em história social pela PUC-SP. Possui 20 anos de experiência na área de sustentabilidade, cidadania, articulação intersetorial e desenvolvimento territorial.

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Bruno Gomes

Bruno Gomes é sociólogo (Sorbonne) e mestre em geopolítica (Paris 8), com fellowships realizados no Canadá (Simon Fraser) e na Austrália (QUT). Tem mais de quinze anos de experiência na elaboração e gestão de projetos, na realização de pesquisas e diagnósticos e na articulação de parcerias entre empresas, poder público e sociedade-civil. Trabalha pelo desenvolvimento territorial, principalmente no contexto de grandes empreendimentos e investimentos.

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Beatriz Maroni

Bióloga (UNESP/ Botucatu) e especialista em gestão ambiental (SENAC-SP). Possui 15 anos de experiência na área de educação ambiental, gestão de resíduos sólidos, diagnósticos socioambientais e desenvolvimento territorial.

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